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Reporting the underreported about the plan of action for People, Planet and Prosperity, and efforts to make the promise of the SDGs a reality.
A project of the Non-profit International Press Syndicate Group with IDN as the Flagship Agency in partnership with Soka Gakkai International in consultative status with ECOSOC.


SGI Soka Gakkai International

 

Crédito da Imagem: Banco Mundial

Por Caroline Mwanga

WASHINGTON (IDN) — Enquanto planeiam a reconstrução das economias após a pandemia do COVID-19, os países fariam bem em lançar as bases para um futuro verde, resiliente e inclusivo. Esta foi a mensagem das Reuniões virtuais da Primavera do Banco Mundial-Fundo Monetário Internacional (FMI), de 5 a 11 de abril de 2021. O Presidente do Grupo do Banco Mundial, David Malpass, descreveu os principais desafios com que o mundo se depara, incluindo o COVID, as mudanças climáticas, o aumento da pobreza e desigualdade e a fragilidade e violência crescentes como parte da ênfase na Economic Recovery: Toward a Green, Resilient, and Inclusive Future (Recuperação Económica: Para um Futuro Verde, Resiliente e Inclusivo).  

Foto: Os desempregados na Malásia [The jobless in Malaysia]. Fonte: Malay Mail.

Por Jaya Ramachandran

GENEBRA (IDN) — Uma crise única no século—uma Grande Perturbação desencadeada pela pandemia COVID-19—atingiu a economia mundial em 2020. A pandemia chegou a todos os cantos do globo. Enquanto isso, mais de 120 milhões foram infectados e cerca de 2,7 milhões de pessoas morreram em todo o mundo.

Foto: Munir Akram, septuagésimo sexto presidente do Conselho Econômico e Social. Crédito: ONU ECOSOC

By Ramesh Jaura

O presidente do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), Munir Akram, convocou uma 'Coalizão dos Dispostos’ para promover um acordo em nível global sobre um conjunto específico de ações iniciais para fornecer espaço fiscal e liquidez suplementar aos países em desenvolvimento que sofrem o impacto desastroso da COVID-19.

Em uma entrevista por e-mail com o IDN, Akram disse que ações rápidas devem incluir suspensão abrangente de dívidas, reestruturação de dívidas para países em situação de endividamento atual ou potencial, criação de novos Direitos Especiais de Saque (SDRs) no valor de 500 bilhões de dólares e redistribuição de cotas de SDR não utilizadas para países em desenvolvimento.

Foto: Sistema Agro-silvo-pastoral Barroso. Crédito: Sistema de patrimônio agrícola de importância global.

Opinião de Paulo Caruso Dias de Lima*

BRUSSELS – Conforme já anunciado, a Presidência portuguesa do Conselho Europeu, no primeiro semestre do próximo ano, posiciona suas prioridades de maneira a concertar uma recuperação justa, verde e digital dos impactos da pandemia do COVID-19.

Os sistemas alimentares, como se nota, estarão no centro dos debates na cena internacional em 2021, como durante a Cimeira das Nações Unidas para os Sistemas Alimentares.

Foto: Mercado de Channon. CC BY-SA 3.0

Por Kalinga Seneviratne

CHANNON (IDN) – No apogeu do movimento hippie no Ocidente, em 1976, a tradicional aldeia de agricultores situada neste cenário era um campo de batalha entre madeireiros e ambientalistas que viajaram de toda a Austrália para impedirem o desmatamento da selva tropical de Terania Creek. Esta foi a primeira manifestação de ação direta na Austrália.  

Muitos dos ambientalistas decidiram estabelecer-se na região, comprando terrenos agrícolas baratos e estabelecendo comunidades com uma filosofia de "voltar à terra".    

Image credit: UN

Santo D. Banerjee

NOVA IORQUE (IDN) – A pandemia de COVID-19 forçou mais de 1,5 bilhões de estudantes em 165 países a não frequentarem as escolas, impondo à comunidade acadêmica global a necessidade de explorar novas maneiras de ensino e aprendizagem, como ensino on-line e à distância, de acordo com as estimativas da UNESCO.

Esta situação provou ser um desafio tanto para estudantes como para educadores, que têm de lidar com as dificuldades emocionais, físicas e econômicas suscitadas pela doença enquanto fazem a sua parte para ajudar a controlar a propagação do vírus, observa o Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI, na sigla em inglês).

Foto: A sessão sobre emergência climática no Festival de Literatura de Jaipur. (Da esquerda para a direita Renata Dessallien, coordenadora residente da ONU na Índia; Namita Waikar, editora-chefe do jornal online PARI; Shubhangi Swarup, escritora e cineasta; Dia Mirza, atriz e advogada da ONU para o desenvolvimento sustentável. Crédito: ONU Índia / Yangerla Jamir.

Por Devinder Kumar

JAPIPUR (IDN) - Como parte do programa Década de Ação para acelerar soluções sustentáveis para todos os maiores desafios do mundo, desde a pobreza e o género às mudanças climáticas, desigualdade e redução do défice financeiro, as Nações Unidas utilizaram uma nova ferramenta no final de janeiro: o maior festival de literatura do mundo na eminente “cidade rosa” da Índia em Jaipur, capital do cénico, quase mágico estado indiano do Rajastão. É conhecida como a Cidade Rosa devido à cor da pedra usada em muitos dos seus gloriosos palácios e monumentos históricos.

Foto: Um assentamento informal em Porto Príncipe, Haiti. Crédito: UN-Habitat/Julius Mwelu.

Por J Nastranis

NOVA YORK (IDN) — Centenas de milhares de haitianos, e 102 funcionários da ONU, perderam suas vidas e milhões foram gravemente afetados pelo terremoto devastador que atingiu esta nação do Caribe dez anos atrás, no dia 12 de janeiro.

O incidente está entre os 10 terremotos mais mortais da história da humanidade, de acordo com um recente do relatório do OCHA (Departamento das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários). No entanto, o plano humanitário de $ 126 milhões de dólares para o Haiti, lançado em fevereiro, recebeu apenas 32% de financiamento:

Foto: Omid, criança de dez meses desnutrida que sofre de pneumonia é tratada no Hospital Pediátrico de Mofleh, na província de Herat, a oeste do Afeganistão, em 29 de janeiro de 2019. © UNICEF / UN0280720 / Hashimi AFP-Services

De Sean Buchanan

NOVA IORQUE (IDN) – A pneumonia, uma doença completamente evitável, provocou a morte de 800 000 crianças – ou uma criança a cada 39 segundos – com menos de cinco anos no ano passado, mas o financiamento para melhorar as taxas de sobrevivência continua em atraso, de acordo com uma nova análise.

A maioria das mortes ocorreu entre crianças com menos de dois anos, e quase 153 000 no primeiro mês de vida, diz uma análise do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) realizada em setembro de 2019, com base em estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), do Maternal and Child Epidemiology Estimation Group (Grupo de Estimativa de Epidemiologia da Criança e Materna (MCEE) e o United Nations Inter-agency Group for Child Mortality Estimation (Grupo Interinstitucional das Nações Unidas para a Estimativa da Mortalidade Infantil).

Foto: Mulheres participando de uma manifestação contra a extorsão sexual em Dar es Salaam em 2018. Crédito: Edwin Mjwahuzi

Por Kizito Makoye

DAR ES SALAAM (IDN) – Um pôster exibindo a mensagem “Gradue-se com As, não com AIDS” na Universidade de Dar es Salaam conta uma história cruel de estudantes mulheres que oferecem sexo em troca de notas melhores.

“Meu professor queria sair comigo. Quando eu recusei suas investidas sexuais, ele retaliou me dando notas ruins”, disse Helena (nome fictício). 

A estudante de direito de 23 anos, que desde então sofre com um péssimo desempenho em seus estudos, se preocupa cada vez mais com seu futuro acadêmico.

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